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Por Michael Andrade, da redação do Portal O estopim | 18 de agosto de 2026 | Fonte: Agência Brasil


Em nota, MinC relembrou os mais de 80 anos de carreira da atriz no rádio, teatro, cinema e televisão e ressaltou sua contribuição para a cultura brasileira.


Imagem: Reprodução
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O Ministério da Cultura (MinC) lamentou nesta terça-feira (18) a morte da atriz Laura Cardoso, aos 98 anos, em São Paulo, e destacou a trajetória de mais de oito décadas de um dos principais nomes da dramaturgia brasileira.


Em nota, a pasta manifestou solidariedade à família, aos amigos, colegas de profissão e admiradores da artista. O ministério ressaltou que Laura participou da história do rádio, do teatro, do cinema e da televisão no Brasil.


Ao longo da carreira, a atriz acumulou mais de 100 trabalhos na televisão e participou de mais de 60 novelas. Entre as produções lembradas pelo MinC estão “Mulheres de Areia”, “A Viagem”, “Felicidade”, “Terra Nostra”, “Chocolate com Pimenta”, “O Profeta”, “Caminho das Índias”, “Gabriela”, “Sol Nascente” e “O Outro Lado do Paraíso”.


O último trabalho de Laura Cardoso em novelas foi em “A Dona do Pedaço”, exibida em 2019. A artista também construiu uma extensa trajetória no cinema e no teatro.

Nas telas de cinema, participou de produções como “Terra Estrangeira” e “Através da Janela”. Pela atuação neste último, recebeu prêmios de melhor atriz nos festivais de Recife e Miami.


A contribuição de Laura Cardoso para as artes também foi reconhecida por diferentes premiações ao longo da carreira. Entre elas estão o Troféu Mário Lago pelo conjunto da obra, prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e o Prêmio Shell.

Em 2006, a atriz recebeu a Ordem do Mérito Cultural, condecoração destinada a personalidades e instituições que contribuíram para a cultura brasileira.


Para o Ministério da Cultura, a trajetória de Laura Cardoso, construída ao longo de diferentes períodos da história dos meios de comunicação e das artes no país, deixa um legado para a dramaturgia e para a memória cultural brasileira.


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Por Michael Andrade, da redação do Portal O estopim | 18 de agosto de 2026 | Fonte: G1


Atriz construiu carreira de mais de oito décadas no rádio, na televisão, no teatro e no cinema e marcou gerações com personagens como Dona Isaura, de “Mulheres de Areia”, e Dona Guiomar, de “A Viagem”.


Imagem: Reprodução
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A atriz Laura Cardoso morreu aos 98 anos, em São Paulo. A informação foi divulgada pela família no perfil oficial da artista no Instagram na madrugada desta terça-feira (18). A morte também foi confirmada por outros veículos de imprensa.


Segundo Fátima Cardoso, filha da atriz, Laura morreu na noite de segunda-feira (17), após se sentir mal em sua residência, no bairro do Sumaré, na Zona Oeste da capital paulista. O velório está previsto para esta terça-feira (18), na região da Bela Vista, em São Paulo.


Nascida Laurinda de Jesus Cardoso Balleroni, em 13 de setembro de 1927, Laura iniciou sua trajetória artística ainda adolescente, no rádio. Posteriormente, tornou-se uma das pioneiras da televisão brasileira e construiu uma carreira de mais de oito décadas, com mais de 60 novelas no currículo.


Na televisão, Laura Cardoso passou por diferentes emissoras e se consolidou como um dos rostos mais conhecidos da teledramaturgia nacional. Na TV Globo, onde estreou na década de 1980, participou de produções que atravessaram gerações.


Entre seus personagens mais lembrados estão Dona Isaura, mãe das gêmeas Ruth e Raquel em “Mulheres de Areia”, de 1993, e Dona Guiomar, de “A Viagem”, exibida no ano seguinte. Também integrou o elenco de diversas outras produções. Seu último trabalho em novelas foi “A Dona do Pedaço”, em 2019.


A trajetória de Laura não ficou restrita à televisão. A atriz também acumulou trabalhos no teatro e no cinema e recebeu diferentes prêmios e homenagens ao longo da carreira. Entre as condecorações está a Ordem do Mérito Cultural, concedida em 2006 por sua contribuição à cultura brasileira.


Mesmo já afastada das novelas, Laura continuou participando de projetos artísticos. Em 2025, esteve no curta-metragem “Dona Rosinha”, um de seus últimos trabalhos. No mesmo ano, recebeu novas homenagens por sua contribuição à dramaturgia brasileira.


A morte encerra uma trajetória que acompanhou parte significativa da história da televisão brasileira, desde os primeiros anos do veículo no país até a consolidação das telenovelas como um dos principais produtos da cultura nacional.


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