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Presidente da Câmara de Arcoverde e candidato a deputado federal acompanhou a programação neste sábado (5) e destacou geração de negócios e movimentação regional.


Por Raul Silva para O estopim |

Cobertura das Eleições 2026

6 de setembro

Luciano Pacheco durante visita à Itaíba Agroshow, em Itaíba
Luciano Pacheco durante visita à Itaíba Agroshow, preferencialmente em um dos estandes ou acompanhado pelo público do evento. | Foto: Assessoria/Luciano Pacheco

O presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde e candidato a deputado federal, Luciano Pacheco (MDB), participou, na noite deste sábado (5), da Itaíba Agroshow, em Itaíba, no Sertão de Pernambuco. Durante a visita, ele destacou a dimensão econômica do evento e os reflexos da programação sobre diferentes setores da economia regional.


A Itaíba Agroshow começou neste fim de semana reunindo produtores, empresas, expositores e visitantes. A expectativa é de movimentação de aproximadamente R$ 15 milhões em negócios ao longo do evento, alcançando setores como comércio, serviços, hospedagem, alimentação, transporte e agropecuária.


Durante a passagem pela feira, Luciano Pacheco percorreu estandes, conversou com participantes e ressaltou o volume de público registrado já no início da programação.


Luciano Pacheco destaca público e oportunidades de negócios


Em entrevista durante o evento, Pacheco afirmou que aproximadamente 40 mil pessoas passaram pela Itaíba Agroshow na primeira noite.


“Para você ter uma ideia, na primeira noite, o evento recebeu um público de 40 mil pessoas. Quer dizer, 40 mil pessoas passaram por aqui. É um evento que veio para ficar”, afirmou.

O parlamentar também lembrou sua participação na edição anterior e elogiou a consolidação da Agroshow no calendário regional.


“Desde quando estive aqui, no ano passado, parabenizei o prefeito Pedro Pilota, parabenizei Arnon e a própria Regina, porque a gente sabe que tudo começou com essa iniciativa dela. Também parabenizei a todos porque a nossa região merecia um evento desse porte”, disse.

Para Luciano, a Itaíba Agroshow ganhou uma dimensão que ultrapassa as atividades tradicionalmente associadas às exposições agropecuárias.


“Isso não é uma simples exposição de leite nem um torneio leiteiro. Isso é um megaevento”, declarou.


Itaíba Agroshow movimenta cadeia econômica regional


Um dos pontos destacados pelo presidente da Câmara de Arcoverde foi a presença de empresas e a negociação de equipamentos durante a programação.


Pacheco afirmou ter acompanhado a movimentação nos estandes de máquinas e relacionado as vendas realizadas durante a feira ao fortalecimento da economia local e regional.


“A estrutura da Itaíba Agroshow supera a de qualquer outro evento que já visitei. Em termos de oportunidades de negócios, já passei pelos estandes das máquinas e muitas foram negociadas aqui. O nome disso é desenvolvimento econômico”, afirmou.

A dimensão econômica de eventos como a Itaíba Agroshow vai além das negociações realizadas dentro do parque. A circulação de visitantes também alcança restaurantes, hotéis, pousadas, transporte, comércio e serviços de Itaíba e de municípios da região.



Evento amplia projeção de Itaíba no calendário regional


Realizada no município de Itaíba, a Agroshow vem ampliando sua presença no calendário de eventos do interior de Pernambuco ao reunir agronegócio, exposição, comercialização de máquinas e animais, serviços e programação para o público.


A presença de lideranças políticas de diferentes municípios também demonstra a capacidade do evento de atrair atenção para além das fronteiras de Itaíba.


No caso de Luciano Pacheco, a visita ocorre enquanto ele exerce a presidência da Câmara de Arcoverde e participa da disputa eleitoral deste ano como candidato a deputado federal pelo MDB.


O que acontece agora?


A Itaíba Agroshow segue com sua programação reunindo produtores, empresários, expositores e público da região. A expectativa é de que a movimentação econômica continue durante os próximos dias, com negócios dentro do parque e reflexos sobre comércio e serviços do município.


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Raul Silva é jornalista e produtor de conteúdo de O estopim. Atua na cobertura de política, cidades, economia e acontecimentos de interesse público em Pernambuco.

Pesquisa mostra Lula com 39% contra 30% de Flávio Bolsonaro no primeiro turno, mas revela pressão do custo de vida e forte divisão entre regiões e grupos sociais.


Por Raul Silva para O estopim |

Cobertura das Eleições 2026

14 de agosto de 2026



Pesquisa Genial/Quaest de agosto de 2026 mostra Lula liderando quatro cenários de segundo turno para presidente.
Pesquisa Genial/Quaest de agosto de 2026 mostra Lula liderando quatro cenários de segundo turno para presidente. | Foto: Reprodução

Lula, do PT, lidera a disputa presidencial nos cenários testados pela Pesquisa Genial/Quaest de agosto de 2026. No primeiro turno estimulado, o presidente aparece com 39% das intenções de voto, contra 30% de Flávio Bolsonaro, do PL. Lula também fica à frente nos quatro confrontos de segundo turno apresentados aos entrevistados.


A pesquisa ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre 31 de julho e 3 de agosto. As entrevistas foram presenciais e domiciliares. A margem de erro geral estimada é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob o número BR-06591/2026.


Espontânea ainda tem 51% de indecisos


Quando nenhum nome é apresentado ao eleitor, mais da metade ainda não indica candidato.


Os indecisos representam 51%. Lula é citado espontaneamente por 25% e Flávio Bolsonaro por 18%. Jair Bolsonaro aparece com 5%.


O número de indecisos vem caindo ao longo da série, mas continua mostrando que uma parcela grande do eleitorado ainda não manifesta preferência espontânea.



Lula tem 39% e Flávio Bolsonaro, 30%


No cenário estimulado de primeiro turno, Lula lidera com 39% e Flávio Bolsonaro aparece com 30%.


Renan Santos e Ronaldo Caiado têm 4% cada. Romeu Zema registra 2%. Outros candidatos aparecem com até 1%.


Os indecisos são 10%, enquanto branco, nulo ou eleitores que dizem não votar somam 8%.


A distância entre Lula e Flávio é de 9 pontos percentuais no cenário nacional.



Região, renda e religião dividem a disputa


A vantagem nacional esconde diferenças importantes.


No Nordeste, Lula chega a 59%, contra 20% de Flávio Bolsonaro. No Sul, o cenário se inverte: Flávio tem 43% e Lula, 25%.



A renda também altera o quadro. Entre famílias que recebem até dois salários mínimos, Lula registra 51% e Flávio, 23%. Entre quem recebe mais de cinco salários mínimos, Flávio aparece com 35% e Lula com 31%.



Na religião, Lula lidera entre católicos, com 44% contra 29%. Entre evangélicos, Flávio aparece numericamente à frente, com 35% contra 28%.



A pesquisa mostra ainda Lula mais forte entre pessoas com ensino fundamental, enquanto Flávio cresce entre eleitores com ensino superior.


Esses recortes têm margens de erro maiores do que a pesquisa nacional e, por isso, diferenças pequenas devem ser interpretadas com cautela.


Lula lidera os quatro cenários de segundo turno


A Quaest testou Lula contra quatro adversários.


No confronto mais apertado, Lula tem 44% contra 39% de Flávio Bolsonaro, diferença de 5 pontos.


Contra Ronaldo Caiado, Lula registra 45% e Caiado 37%.


Diante de Renan Santos, o placar é de 45% a 35%.


Contra Romeu Zema, Lula chega a 46% e o governador mineiro tem 34%.


Flávio Bolsonaro é, portanto, o adversário que mais se aproxima de Lula entre os nomes testados.



Distância para Flávio é menor do que há um ano


A série histórica mostra que a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro ficou mais apertada.


Em agosto de 2025, Lula tinha 48% contra 32% de Flávio em uma simulação de segundo turno, diferença de 16 pontos.


Agora, o placar é de 44% a 39%, reduzindo a distância para 5 pontos.


A pesquisa registra oscilações ao longo desse período e mostra que Flávio ampliou sua competitividade no confronto direto.



Aprovação de Lula fica em 48%


A situação eleitoral do presidente convive com uma avaliação de governo praticamente dividida.


A administração Lula é aprovada por 48% e desaprovada por 47%. Outros 5% não sabem ou não respondem.


Quando a pergunta é se Lula merece permanecer mais quatro anos no cargo, o resultado é mais desfavorável ao presidente: 55% dizem que não, enquanto 41% respondem que sim.



As duas perguntas medem aspectos diferentes. Aprovar o governo não significa necessariamente defender a reeleição, da mesma forma que um eleitor pode criticar a administração e ainda preferir Lula em determinado confronto eleitoral.



Custo de vida permanece como problema para o governo


Os indicadores econômicos ajudam a explicar parte da pressão sobre a avaliação presidencial.


Segundo a pesquisa, 69% dizem ter menor poder de compra do que há um ano.



Outros 68% afirmam que os preços dos alimentos aumentaram no último mês.



Quando avaliam a economia dos últimos 12 meses, 43% dizem que ela piorou, enquanto 19% consideram que melhorou.



Apesar dessa leitura negativa do presente, há expectativa mais favorável para o futuro. Para 46%, a economia deve melhorar nos próximos 12 meses.



O resultado mostra uma combinação importante para a eleição: Lula lidera os cenários pesquisados, mas disputa o voto em um ambiente no qual a maioria relata perda de poder de compra.


Eleição segue polarizada


Os dados indicam uma eleição organizada principalmente em torno de dois campos.


Lula domina entre eleitores que se identificam como lulistas e de esquerda. Flávio Bolsonaro concentra apoio entre bolsonaristas e eleitores de direita.


A disputa é menos definida entre independentes, grupo que reúne maior proporção de indecisos e de eleitores dispostos a votar em branco ou nulo.


As diferenças de região, renda, escolaridade e religião reforçam essa divisão.


Lula tem sua principal força eleitoral no Nordeste, entre famílias de menor renda e beneficiários de programas sociais. Flávio e outros candidatos de direita avançam no Sul, entre eleitores de renda mais alta e entre evangélicos.


O que acontece agora?


A pesquisa de agosto registra uma fotografia da disputa, não uma previsão do resultado eleitoral.


Lula continua na liderança, mas Flávio Bolsonaro encurtou a distância no confronto direto de segundo turno na comparação com 2025.


A evolução da economia deve ser um dos fatores centrais das próximas rodadas. A maioria ainda relata perda de poder de compra e alta dos alimentos, enquanto parte relevante espera melhora nos próximos meses.


Também será necessário acompanhar o comportamento dos indecisos. Na pergunta espontânea, eles ainda representam 51% do eleitorado.


Fonte: Pesquisa Genial/Quaest, 28ª rodada, agosto de 2026. Foram realizadas 2.004 entrevistas entre 31 de julho e 3 de agosto de 2026. Margem de erro geral estimada em 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.


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Raul Silva é jornalista e produtor de conteúdo de O estopim. Atua na cobertura de política, dados públicos, economia e temas de interesse coletivo.

Por Michael Andrade, da redação do Portal O estopim | Fonte: Agência Brasil | segunda-feira (3)


Consumidores terão mais um mês para negociar débitos com instituições financeiras e recuperar o acesso ao crédito.


Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução

Os consumidores que desejam renegociar dívidas bancárias ganharam mais tempo para regularizar a situação financeira. O Ministério da Fazenda oficializou, no último sábado (1º), a prorrogação do programa Desenrola Brasil 2.0, estendendo o prazo de adesão até 31 de agosto.


A medida foi publicada no Diário Oficial da União e amplia em um mês o período para que consumidores concluam negociações com as instituições financeiras participantes do programa.


Segundo a portaria, as regras do Desenrola permanecem inalteradas. A prorrogação vale para bancos e instituições financeiras que, até 30 de julho, tenham realizado pelo menos mil operações de crédito com garantia do Fundo de Garantia de Operações (FGO).


O Ministério da Fazenda informou que a extensão do prazo não exigirá novos aportes de recursos públicos ao fundo, uma vez que o orçamento destinado ao programa continua suficiente para atender à demanda prevista.


De acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o objetivo é permitir que consumidores que ainda estão negociando com os bancos tenham tempo para concluir a renegociação e recuperar o acesso ao crédito.


O governo também destaca que a prorrogação beneficia trabalhadores que pretendem contratar financiamentos por meio do Programa Move Brasil, voltado à renovação de veículos utilizados para trabalho.


Entre os públicos contemplados estão motoristas de aplicativo, taxistas, entregadores e caminhoneiros que desejam adquirir veículos novos com condições facilitadas.


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