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Esportes

Por Michael Andrade, da redação do Portal O Estopim | Fonte: Agência Brasil


França e Marrocos abrem a disputa em reedição da última semifinal; Argentina é a única representante sul-americana na fase decisiva.


Foto: ReutersA
Foto: ReutersA

A Copa do Mundo de futebol inicia a fase de quartas de final nesta quinta-feira (9), nos Estados Unidos. Oito seleções seguem na disputa pelo título, sendo seis do continente europeu: França, Inglaterra, Bélgica, Espanha, Noruega e Suíça. Completam o grupo a atual campeã Argentina, representando a América do Sul, e o Marrocos, pelo continente africano.


O primeiro confronto acontece hoje, às 17h (horário de Brasília), em Boston, entre França e Marrocos. A partida reedita a semifinal de 2022, quando os franceses venceram por 2 a 0. A seleção europeia tem como destaque Kylian Mbappé, vice-artilheiro com sete gols. Do lado marroquino, a equipe aguarda a liberação médica do meia Ismael Saibari, que sentiu dores no último jogo.


Na sexta-feira (10), às 16h, Espanha e Bélgica medem forças em Los Angeles em um confronto que não acontecia em Mundiais há 36 anos. A seleção espanhola aposta em jovens talentos como Lamine Yamal para buscar o bicampeonato. Já a equipe belga chega embalada por uma vitória de virada nas oitavas e confia na experiência de jogadores como Romelu Lukaku.


Os dois últimos classificados para as semifinais serão definidos no sábado (11). Em Miami, às 18h, Inglaterra e Noruega fazem um duelo inédito na história da competição, marcado pelo encontro dos artilheiros Harry Kane e Erling Haaland. Fechando a rodada, às 22h, em Kansas City, a Argentina enfrenta a Suíça. Liderada por Lionel Messi, a equipe sul-americana tenta manter o tabu de nunca ter perdido para os suíços, que apostam em uma defesa sólida para alcançar uma inédita classificação.


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Por Michael Andrade, da redação do Portal O Estopim | Fonte: Agência Brasil | terça-feira (7)


Lionel Messi perde pênalti, mas marca gol e comanda reação da atual campeã mundial em Atlanta; seleção mantém sonho do tetracampeonato e aguarda próximo adversário.


Foto: ReutersA
Foto: ReutersA

A seleção da Argentina garantiu vaga nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026 após vencer o Egito por 3 a 2, de virada, em partida realizada nesta terça-feira (7) em Atlanta, nos Estados Unidos. Com o resultado, os atuais campeões mundiais seguem na busca pelo quarto título do torneio, igualando as marcas de Itália e Alemanha.


O confronto teve roteiro dramático. O Egito abriu o placar aos 14 minutos do primeiro tempo com um gol de cabeça do zagueiro Yasser Ibrahim. Pouco depois, a Argentina teve a chance de empatar em cobrança de pênalti, mas o goleiro egípcio Mostafa Shobeir defendeu o chute de Lionel Messi. Na segunda etapa, o atacante Mostafa Abdelraouf, conhecido como Zico, ampliou a vantagem para a equipe africana aos 21 minutos.


Reação e gol da vitória nos acréscimos


A reação argentina começou a partir dos 34 minutos do segundo tempo. Lionel Messi deu assistência para o zagueiro Cristian Romero diminuir o placar de cabeça. Quatro minutos mais tarde, o próprio Messi aproveitou uma assistência de Gonzalo Montiel para finalizar com força e empatar o jogo, alcançando seu oitavo gol nesta edição do Mundial.


O gol da vitória saiu aos 47 minutos da etapa final, em um contra-ataque rápido iniciado após desarmar Mohamed Salah. O volante Leandro Paredes lançou Lautaro Martínez, que cruzou na medida para Enzo Fernández cabecear no canto esquerdo de Shobeir, selando a virada histórica.


Com a classificação assegurada, a Argentina aguarda o vencedor do confronto entre Suíça e Colômbia para definir seu adversário nas quartas de final. A partida decisiva ocorrerá no próximo sábado (11), às 22h (horário de Brasília), em Kansas City.


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Por Michael Andrade, da redação do Portal O Estopim | Fonte: Agência Brasil | segunda-feira (6)


Entidade europeia afirma que decisão compromete a credibilidade da competição e abre precedente para interferência política no futebol.


Foto: Reuters
Foto: Reuters

A União das Associações Europeias de Futebol (Uefa) criticou nesta segunda-feira (6) a decisão da Federação Internacional de Futebol (Fifa) de suspender a punição do atacante norte-americano Folarin Balogun após uma intervenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.


Segundo a Uefa, a entidade máxima do futebol mundial “cruzou uma linha vermelha” ao rever a suspensão automática do atleta, que havia sido expulso na partida contra a Bósnia e Herzegovina pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.


Balogun recebeu cartão vermelho após revisão do VAR e, pelas regras da competição, deveria cumprir suspensão automática de uma partida. No entanto, a Fifa decidiu transformar a punição em um período probatório de um ano, permitindo que o atacante atuasse nas quartas de final diante da Bélgica.


Em comunicado, a Uefa afirmou que a decisão é “sem precedentes, incompreensível e injustificável”, além de colocar em risco a credibilidade do torneio.


“Quando a certeza das regras não é mais garantida por seus guardiões, a integridade do jogo fica em risco e a credibilidade de uma competição é prejudicada”, destacou a entidade.


A medida também provocou reações de nomes importantes do futebol internacional. O ex-técnico do Liverpool, Jürgen Klopp, afirmou que “este é o nosso esporte, não o deles”, criticando a interferência política em decisões esportivas.


O técnico da Inglaterra, Thomas Tuchel, também questionou o precedente aberto pela decisão. Segundo ele, não está claro quem pode rever punições disciplinares nem quais critérios serão adotados.


A Federação Belga de Futebol informou ter recebido a decisão com surpresa e disse que analisava todas as possibilidades previstas no regulamento.


Até o ex-presidente da Fifa, Joseph Blatter, entrou no debate. Ele declarou que cartões vermelhos “não são anulados por telefonemas políticos”, mas por regras e órgãos independentes.


Donald Trump comemorou a decisão nas redes sociais, agradecendo à Fifa por, segundo ele, corrigir “uma grande injustiça” ao liberar Balogun para a sequência da Copa do Mundo.


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