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Por Michael Andrade, da redação de O Estopim | Fonte: A Folha das Cidades | quinta-feira (30)


Medidas criam transferência automática da pensão em casos previstos e ampliam a divulgação do canal de atendimento às mulheres em situação de violência.


Imagem: Reprodução
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Duas novas leis voltadas à proteção dos direitos das mulheres passam a integrar a legislação brasileira. As normas instituem o pagamento automático da pensão alimentícia por transferência bancária, em situações previstas na legislação, e ampliam a divulgação do Ligue 180, serviço nacional de orientação e denúncias de violência contra a mulher.


A primeira medida, conhecida como “Pix Pensão”, determina que, quando não for possível realizar o desconto da pensão alimentícia diretamente na folha de pagamento do devedor, a instituição financeira poderá efetuar automaticamente a transferência do valor da conta do responsável para a conta do beneficiário. O objetivo é garantir maior regularidade no cumprimento da obrigação alimentar.


Foto: Divulgação
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Relatora da proposta na Câmara dos Deputados, a deputada Tabata Amaral afirmou que a medida busca oferecer mais segurança às famílias e reduzir a inadimplência no pagamento da pensão alimentícia, especialmente nos casos em que o responsável não possui vínculo formal de emprego.


A segunda lei estabelece que o Ligue 180 deverá ser amplamente divulgado pelo poder público em veículos de comunicação e em locais de grande circulação, como escolas, hospitais, repartições públicas, espaços de lazer e sistemas de transporte coletivo.


A proposta pretende ampliar o conhecimento da população sobre o serviço, facilitando o acesso de mulheres em situação de violência aos canais de orientação, acolhimento e denúncia.


Segundo a relatora da matéria, deputada Camila Jara, fortalecer a divulgação do Ligue 180 é uma estratégia para ampliar a prevenção da violência de gênero e facilitar o acesso das vítimas à rede de proteção.


As duas leis passam a integrar as políticas públicas voltadas à proteção das mulheres e ao fortalecimento dos mecanismos de garantia de direitos.


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Por Michael Andrade, da redação de O Estopim | Fonte: O Globo | quinta-feira (30)


Convenção nacional do partido consolidou a aliança com o PT para as eleições de 2026; candidatura de Lula será homologada no domingo (2).


Imagem: Reprodução
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O Partido Socialista Brasileiro (PSB) oficializou, na noite da quarta-feira (29), o apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição e confirmou o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) como integrante da chapa presidencial para as eleições de 2026.


A decisão foi anunciada durante a convenção nacional do partido, realizada em Brasília, consolidando a aliança entre PSB e PT, formada nas eleições de 2022. A homologação da candidatura de Lula está marcada para o próximo domingo (2), durante a convenção nacional do Partido dos Trabalhadores.


Médico anestesiologista e professor universitário, Geraldo Alckmin iniciou a carreira política como prefeito de Pindamonhangaba (SP). Ao longo da trajetória, foi deputado estadual, deputado federal e governador de São Paulo por quatro mandatos. Em 2022, filiou-se ao PSB para compor a chapa de Lula, sendo eleito vice-presidente da República.


A decisão do PSB integra o calendário das convenções partidárias que antecedem o registro oficial das candidaturas para as eleições de 2026. Nos próximos dias, outras legendas também realizarão seus encontros nacionais.


O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) realiza sua convenção nesta quinta-feira (30); PSTU e Partido Verde (PV), na sexta-feira (31); Partido da Causa Operária (PCO), no sábado (1º); e o PT encerra o processo no domingo (2), quando oficializará a candidatura de Lula.


Com a deliberação do PSB, a aliança entre os dois partidos está formalmente consolidada. Resta agora a homologação da candidatura pelo PT para oficializar a chapa que disputará a reeleição ao Palácio do Planalto.


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Por Michael Andrade, da redação de O Estopim | Fonte: g1 | quinta-feira (30)


Distribuição do lucro eleva rentabilidade das contas para 6,90% em 2025; consulta pode ser feita pelo aplicativo do FGTS.


Imagem: Reprodução
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A Caixa Econômica Federal iniciou, nesta quinta-feira (30), o depósito de R$ 13,04 bilhões referentes à distribuição do lucro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de 2025. O valor será creditado para cerca de 138,2 milhões de trabalhadores que possuíam saldo em contas ativas ou inativas do fundo em 31 de dezembro de 2025.


A distribuição do lucro foi aprovada pelo Conselho Curador do FGTS e corresponde a 89% do resultado positivo de aproximadamente R$ 14,65 bilhões registrado pelo fundo no ano passado.


Com o pagamento, a rentabilidade total das contas do FGTS em 2025 alcançará 6,90%, superando a inflação oficial do período, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 4,26%. Segundo a Caixa, isso representa um ganho

real de 2,53 pontos percentuais.


O crédito será proporcional ao saldo existente em cada conta em 31 de dezembro de 2025. Para calcular o valor a receber, basta multiplicar o saldo pelo índice 0,01868341. Um trabalhador que possuía R$ 1 mil no FGTS, por exemplo, receberá aproximadamente R$ 18,68.


Quem tem direito


Recebem a distribuição todos os trabalhadores que possuíam saldo em contas do FGTS, ativas ou inativas, em 31 de dezembro de 2025. Quanto maior o saldo na data de referência, maior será o valor creditado.


Como consultar


A consulta pode ser feita pelo Aplicativo FGTS ou, para clientes da Caixa, também pelo Internet Banking da instituição. No extrato, o crédito aparecerá com a descrição:


“AC CRED DIST RESULTADO ANO BASE 12/2025”.


O dinheiro pode ser sacado?

Apesar de o valor ser depositado na conta vinculada do FGTS, ele não fica disponível para saque imediato.


Os recursos somente poderão ser retirados nas situações previstas em lei, como demissão sem justa causa, aposentadoria, aquisição da casa própria, doenças graves, saque-aniversário, entre outras modalidades autorizadas.


A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) determina que a remuneração do FGTS deve garantir, no mínimo, a correção pela inflação medida pelo IPCA em todos os anos.


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